Mais pedra vira produto. Menos chapa vira desperdício.
O plano de corte do Marmos recebe as pedras do pedido aprovado, procura como distribuí-las nas chapas reais do estoque e transforma o arranjo em uma sequência que a produção consegue conferir. Aproveitamento, cortes, perda e retalhos aparecem antes de consumir a chapa.
Nesting ligado ao pedido
Tampo, saia, frontão, engrosso e gomos chegam do mesmo modelo que formou o preço. A equipe não redigita uma lista de retângulos para descobrir depois que faltou uma pedra.
Busca por melhor aproveitamento
O motor compara arranjos dentro de um orçamento de busca determinístico, priorizando colocar mais pedras, usar menos chapas, preservar sobras úteis e reduzir perda. O resultado é mensurável, não o adjetivo "otimizado" sem conta.
Plano cortável por construção
Na estratégia de guilhotina, cada risco divide um retângulo em dois. O nesting não coloca uma pedra numa ilha inacessível e depois pede ao operador que conserte o desenho.
Kerf, aparo e sobremetal reais
A faixa comida pelo disco, o primeiro corte da borda bruta, a separação mínima e o sobremetal ocupam espaço. A conta não promete numa planilha os milímetros que a serra vai destruir na chapa.
Veio, chapas e retalhos
Pedra com veio pode ter a rotação travada. O plano trabalha sobre a chapa ou o retalho escolhido no estoque e, ao confirmar o corte, devolve as sobras aproveitáveis com medida e origem.
Da organização à execução
A árvore estrutural vira sequência conforme o perfil da máquina. Disco manual, disco CNC, jato e sawjet não recebem a mesma promessa: o Marmos registra o que calcula e o que ainda precisa ser validado no CAM.
Antes do primeiro risco, a oficina enxerga o resultado.
Aproveitamento e perda
Percentual aproveitado, área usada, refugo, aparo e quantidade de chapas para comparar o plano antes de confirmar.
Sequência de corte
Riscos identificados e ordenados para separar as pedras sem confundir a referência C1, C2 e C3 com uma posição desenhada à mão.
Retalhos no estoque
A sobra que atende à regra da loja volta ao pátio como material rastreável; o restante é perda, não estoque fictício.
Simulação do corte
O player percorre cortes, deslocamentos e pontos de entrada para revisar visualmente a execução. A ferramenta pública permite testar o nesting sem cadastro.
Perguntas sobre plano de corte e nesting
- O Marmos garante o menor desperdício matematicamente possível?
- Não faz essa promessa absoluta. Nesting industrial é um problema combinatório com restrições de chapa, veio, ferramenta, giro e tempo de busca. O Marmos compara soluções de forma determinística, mede aproveitamento, perda e qualidade dos retalhos e entrega o melhor arranjo encontrado dentro do limite configurado.
- Qual é a diferença entre plano, mapa e folha de corte?
- O plano decide em qual chapa e posição cada pedra fica e em que sequência separar. O mapa preserva a geometria e as operações de cada pedra. A folha de corte é a apresentação impressa desse mapa, levada à produção com figuras, cotas e tabelas.
- O nesting considera a espessura do disco?
- Sim. O kerf é a faixa destruída por cada percurso e nunca pode ser maior que o espaço disponível. Aparo, separação mínima e sobremetal também entram na ocupação da chapa. A compensação fina da ferramenta continua pertencendo ao CAM.
- A simulação já é um programa pronto para qualquer CNC?
- Não. A simulação permite conferir visualmente a sequência e, nos perfis suportados, gerar uma execução a seco. Ferramenta, altura, colisão, entrada e pós-processador precisam ser homologados para a combinação real de CAM e máquina.
- Posso testar o aproveitamento sem criar uma conta?
- Sim. O simulador público recebe medida da chapa, peças, quantidades, veio, kerf, aparo, sobremetal e retalho mínimo. Ele roda no navegador e mostra chapas, aproveitamento, cortes, perda e sobra sem enviar as medidas para a API.
Teste o nesting com as medidas da sua oficina
Compare o aproveitamento, a perda e o retalho antes de levar o plano completo para o pedido e para o estoque.