Não é outro desenho. É a peça aprovada para produzir.
No Marmos, o mapa de corte não é refeito depois da venda. Ao aprovar o pedido, o sistema congela a mesma geometria que formou o preço e a transforma nas pedras reais da fabricação — tampo, saia, frontão, engrosso e cada recorte no lugar certo.
Congelado na aprovação
Medida, forma, material e operações ficam carimbados quando o pedido é aprovado. Uma mudança futura no editor ou numa regra da loja não altera em silêncio a pedra que a fábrica recebeu.
As pedras que serão cortadas
O mapa abre o desenho em pedras de produção. O tampo é uma pedra; saia, frontão e engrosso são pedras próprias, ligadas à aresta e à seção de onde nasceram — não linhas genéricas numa lista.
Cota e recorte no lugar
Cada figura leva contorno, medida nominal e recortes posicionados. Cuba, cooktop, furo e rebaixo continuam no endereço em que foram desenhados, sem alguém transcrever distância para outro papel.
Só o que muda o trabalho é marcado
Cortar a borda é o padrão. A folha destaca o que exige outra operação: polimento, perfil, 45°, rasgo no verso, cava e ripado. Assim a marca vira instrução, não decoração.
Montagem e numeração únicas
A planta mostra como as peças do serviço ficam montadas e a numeração percorre todas as pedras sem repetir. O mesmo número identifica a figura, a tabela e o DXF.
Preço, papel e arquivo concordam
A superfície que gerou metros quadrados é a que aparece para cortar; a aresta que gerou acabamento é a que recebe a marca. O mapa e o DXF leem o mesmo contrato congelado, em vez de recalcular a peça por caminhos diferentes.
A fábrica recebe a peça, não uma interpretação.
Folha de corte
Figura por pedra, cotas, recortes, material, espessura e tabela de operações para levar à bancada.
Checklist da produção
As pedras do mapa aparecem dentro do card e podem ser conferidas sem perder a seção a que pertencem.
DXF das mesmas pedras
A geometria nominal segue em milímetros, com arcos e operações por camada, por pedra ou pelo conjunto.
Plano da chapa
As pedras aprovadas entram no aproveitamento da chapa; ao confirmar o corte, a chapa sai e o retalho volta ao estoque.
Perguntas sobre o mapa de corte
- Qual é a diferença entre mapa de corte e plano de corte?
- O mapa responde como fabricar cada pedra: contorno, cotas, recortes e operações. O plano responde onde colocar essas pedras na chapa, em que sequência separar e qual retalho sobra. São dois artefatos ligados pelo mesmo pedido.
- Por que o mapa fica congelado quando o pedido é aprovado?
- Porque produção precisa de memória. Se o cálculo de um arco, gomo ou acabamento evoluir depois, um pedido já liberado não pode ganhar uma pedra que ninguém vendeu nem cortar uma medida diferente da aprovada. Refazer o mapa é uma ação explícita.
- O mapa é separado do cálculo do preço?
- É uma saída diferente, mas nasce do mesmo modelo. A superfície usada para calcular a área e a aresta usada para calcular acabamento são as mesmas que descem para as pedras e marcas da fábrica. A tabela e os custos cadastrados pela marmoraria continuam definindo os valores.
- A folha mostra polimento e corte a 45°?
- Sim, e mostra como operações diferentes. O 45° é corte de serra inclinada; polimento e perfil vêm depois da serra. A figura diz onde trabalhar e a tabela informa o tipo e o comprimento.
- Dá para exportar o mapa em DXF?
- Sim. É possível exportar uma pedra ou todas, em DXF R2000 e também R12 para leitores antigos. O arquivo leva geometria nominal em milímetros e separa operações por camada para o CAM da marmoraria.
A peça vendida é a peça produzida
Desenhe uma vez e deixe preço, mapa de corte, plano da chapa e DXF compartilharem a mesma geometria.